terça-feira, 11 de junho de 2019

Os principais riscos de exposição ao Gás Sulfídrico (H2S)




Os apelidos concedidos ao gás sulfídrico já são sinalizadores de uma de suas mais terríveis características: o mau cheiro. No ambiente de fábricas e propriedades rurais, ele é mais conhecido como “gás de ovo podre” ou “gás de pântano”.

No entanto, o verdadeiro nome do gás é sulfeto de hidrogênio (H2S). Altamente tóxico, ele é inflamável e pode gerar vários problemas de saúde e, em casos mais graves, chega a ocasionar a morte de um trabalhador, seja em razão de uma explosão ou em consequência de uma doença.

Diante da alta periculosidade e dos riscos da exposição ao gás sulfídrico, mostraremos, neste post, como você deve prevenir-se de problemas por meio de atitudes conscientes.

Descubra o que é o gás sulfídrico     

O gás sulfídrico é tóxico, altamente denso e, em 8 ppm (parte por milhão), já chega a ser prejudicial à saúde humana. Em 10.000 ppm, é letal, ou seja, os riscos químicos levam à morte. Em solução aquosa, ele é conhecido como ácido sulfídrico, sendo um grande inimigo dos trabalhadores que estão constantemente próximos a ele sem os devidos cuidados.

A substância é utilizada principalmente na produção de enxofre e de ácido sulfúrico e traz riscos para quem respira ou tem o contato da pele com o gás. Em pequenas exposições, o trabalhador pode sofrer irritação nos olhos, dor de cabeça e fadiga.  

Por isso, além de utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs), os funcionários de uma empresa que trabalha com o H2S precisam tomar outras atitudes preventivas para evitar doenças ocupacionais ou, até mesmo, um afastamento por um período indeterminado. Inclusive, o gás sulfídrico pode fazer com que o trabalhador se aposente por invalidez, de acordo com a gravidade da situação, fora o risco de morte já mencionado.

Quais locais é comum a presença do H2S
O gás sulfídrico está muito presente nas indústrias petrolíferas e também nas propriedades rurais, em razão do acúmulo do estrume, principalmente onde há tanques para estocagem do esterco.  

Como faz parte do ambiente natural, o H2S também se encontra em fontes termais, plantas de gás natural, gases vulcânicos, empresas que produzem celulose e também nas estações de tratamento de esgoto.

Vale destacar que o gás pode ser produzido por resíduos humanos e de animais, por conta da degradação bacteriana da matéria orgânica.

Podendo ser liberado no ar, na água e no solo, o gás sulfídrico se espalha rapidamente, permanecendo em estações de 1 a 42 dias, ou seja, os riscos de acidentes são altíssimos, como veremos agora.

Conheça os riscos de acidentes ocasionados pelo gás sulfídrico

Apesar do sulfeto de hidrogênio estar presente no meio ambiente, os principais riscos de acidentes acontecem em situações de confinamento, pois as condições prejudicam a dissipação do gás.

Assim, colaboradores de uma indústria que não estejam conscientes do risco, por exemplo, podem ter problemas gravíssimos na saúde após terem contato com o gás sulfídrico, como em um trabalho dentro de um espaço confinado.

Ambientes não ventilados também apresentam riscos elevados, em razão da maior probabilidade do gás permanecer nesta atmosfera. Veja detalhadamente os principais riscos de exposição ao H2S.

Atitude do trabalhador

Quem não está devidamente informado sobre os fatores de risco pode ser uma presa do gás sulfídrico. Por isso, trabalhadores sem consciência estão mais propensos a acidentes.

Espaço confinado

Colaboradores que precisam entrar em tanques ou estações de esgoto podem ser surpreendidos pelo H2S. Isso porque o gás existe naturalmente no interior destes locais.

Fontes de ignição

Aqui mora um risco iminente de explosão ou incêndios. Afinal, cigarros, fósforos acesos, tubos e outras fontes de calor podem ocasionar uma explosão ao encontrar o H2S no ar, ou seja, muitos acidentes tiveram as fontes de ignição como a principal causa.

Lentes de contato   

Um trabalhador que usa lente de contato faz aumentar as chances de contaminação por conta da maior facilidade de absorção do gás pelos olhos.

Aprenda quais doenças podem ser causadas pelo gás

A exposição em grande escala prejudica inúmeras partes da saúde de um trabalhador. Primeiramente, podem acontecer irritações nos olhos, no nariz ou na garganta.

Os problemas atingem ainda o sistema respiratório, causando perdas de memória, dores de cabeça e até comprometimento da função motora, pelo fato de o gás atingir o sistema nervoso central. Além disso, a exposição na forma liquefeito gera queimaduras por congelamento.  

Especialistas afirmam ainda que existem outros sintomas que causam insuficiência cardíaca, falha renal, vômitos, coceira e vermelhidão na pele, sem falar nas sequelas que podem ser irreversíveis, como distúrbios psicológicos.

São doenças que começam pela exposição sem os devidos cuidados tanto no quesito de engenharia quanto do uso de EPIs, sendo pelo contato da pele, do olho ou por meio da inalação, como explicaremos na sequência.

Inalação

Trata-se da principal via de exposição do H2S. Ao entrar em contato com a substância, os pulmões absorvem rapidamente o gás. Como o sulfeto de hidrogênio é bem mais pesado do que o ar, ele pode acumular-se em áreas confinadas ou mal ventiladas.

Apesar de o forte cheiro ser um indicador da presença do gás, essa atitude não é aconselhável, pois pode acontecer a fadiga olfativa, diminuindo a constatação. Ou seja, prive sempre pelos métodos indicados pela área de segurança do trabalho. É o que explicaremos logo mais.

Contato com a pele

Trabalhadores que sofrem contato com o gás sulfídrico têm grandes chances de sofrer problemas de pele, como dermatite e ardência nos olhos. O problema acontece mesmo em níveis baixos, sendo mais um risco que necessita de cuidados especiais. Pelo fato de ser um gás que sobrevive à temperatura ambiente, a ingestão é uma situação praticamente impossível.  

Saiba como se prevenir do contato com o gás sulfídrico

A primeira dica para as empresas evitarem o contato dos colaboradores com o gás sulfídrico é por meio da conscientização. Nesse sentido, cursos e palestras são fundamentais para manter os funcionários bem-informados sobre as práticas adequadas.

Depois, as instituições precisam sempre fiscalizar o uso dos EPIs, como botas, luvas, óculos, macacões, entre outros. São equipamentos que evitam o contato do gás com a pele ou os olhos, reduzindo as incidências de acidentes e até mesmo explosões.

Outra orientação é contar com a parceria do setor de engenharia para implantar ações de controle e processos que contribuam com a redução do contato com o H2S.  Além disso os detectores multigases com sensores eletroquímicos que detectam a presença do gás sulfídrico ajudam imensamente a evitar o contato.

Seguindo as nossas dicas, certamente a sua empresa poderá evitar muitos problemas e, até mesmo, observar a redução dos gastos em razão das ações preventivas que certamente evitarão afastamentos médicos ou acidentes dentro da unidade.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Quais são as normas de segurança do trabalho?





No Brasil, os procedimentos e medidas de segurança que devem ser observados por uma empresa estão previstos e delineados nas Normas Regulamentadoras, do extinto Ministério do Trabalho e Emprego. Confira a seguir algumas normas que você tem que conhecer:

NR 01: estabelece o campo de aplicação de todas as normas preventivas de segurança e saúde no trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do governo, dos empregadores e empregados;

NR 02: dispõe sobre a obrigatoriedade da inspeção prévia dos estabelecimentos de trabalho antes de a empresa iniciar suas atividades;

NR 05: estabelece a constituição e atribuições da Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes;

NR 06: dispõe sobre o fornecimento e uso dos EPIs;

NR 07: estabelece a obrigatoriedade de elaboração, implementação e funcionamento do Programa Controle Médico de Saúde Ocupacional;

NR 08: estabelece os requisitos que devem ser observados nos estabelecimentos para garantir a segurança e bem-estar dos colaboradores;

NR 09: dispõe sobre o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;

NR 10: fixa medidas de segurança para as atividades em instalações elétricas;

NR 11: estabelece os procedimentos mínimos de segurança para as atividades de transporte (inclusive em elevadores e guindastes), armazenagem e manuseio de materiais;

NR 12, NR 13 e NR 14: fixa medidas de segurança para realização de trabalhos com máquinas, caldeiras e vasos de pressão e fornos, respectivamente;

NR 15 e NR 16: dispõe sobre as atividades insalubres e perigosas;

NR 17: fixa parâmetros para adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos colaboradores;

NR 18: dispõe sobre as condições do ambiente de trabalho na indústria da construção;

NR 19, NR 20 e NR 23: respectivamente, estabelecem medidas de segurança para os trabalhos com explosivos e líquidos combustíveis inflamáveis, bem como os procedimentos de prevenção de incêndios;

NR 21: regulamenta o trabalho a céu aberto;

NR 22: estabelece os procedimentos para garantir a segurança e a saúde ocupacional na mineração;

NR 24: dispõe sobre as condições sanitárias e de conforto no ambiente de trabalho;

NR 26: fixa parâmetros para sinalização de segurança;

NR 33: regulamenta o trabalho em espaços confinados;

NR 35: determina medidas de segurança para realização de trabalhos em alturas.

NR 36: estabelece os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano.

NR 37: regulamenta os procedimentos e requisitos mínimos para a Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo.

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terça-feira, 28 de maio de 2019

5 cuidados para a segurança no canteiro de obras




Trabalhadores que atuam em canteiros de obra estão, ao longo de sua jornada de trabalho, frequentemente expostos a riscos sérios — que vão desde simples tropeções, a choques elétricos, possibilidade de sofres quedas ou até mesmo de cair de um nível para outro. Para minimizar esses problemas, é fundamental que a segurança no canteiro de obras siga padrões específicos que garantam a segurança dos profissionais.

De acordo com dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, a construção civil está entre as profissões mais perigosas que existem, sendo também uma das mais letais. Com base nessas informações, não há como ignorar os riscos mais comuns da construção civil e deixar de prezar pela segurança dos trabalhadores.

Cuidados importantes para garantir a segurança no canteiro de obras

Planeje

O primeiro passo para evitar acidentes de trabalho no canteiro de obras consiste em fazer um planejamento prévio para que eles não aconteçam. Isso significa que é necessário incluir no orçamento os gastos com segurança, além de realizar uma Análise de Riscos da obra em questão.

Siga as normas de segurança

Existem Normas Regulamentadoras para praticamente todos os setores de atuação profissional, e a construção civil certamente não fica de fora. É importante que a empresa avalie quais delas se aplicam a seu trabalho, seguindo-as corretamente. A NR 35, por exemplo, diz respeito ao trabalho em altura, enquanto a NR 6 exige o uso de Equipamento de Proteção Individual. Ambas devem ser seguidas dentro de um canteiro de obras, portanto estude-as atentamente.

Invista na conscientização

Apenas fornecer os EPIs não é uma ação que garante a prevenção de acidentes, especialmente se os trabalhadores não entendem a importância de usá-los. Nesse sentido, cabe à empresa fazer uma campanha de conscientização que incentive e estimule a cultura de segurança do trabalho.

Fiscalize

Depois de informar, é necessário fiscalizar a atuação dos colaboradores para verificar se algum deles ainda está deixando a segurança na obra em segundo plano. Punir o não cumprimento das normas também faz parte da manutenção de um ambiente seguro.

Invista em bons equipamentos e manutenções preventivas

Tanto os EPIs quanto os demais dispositivos utilizados pelos funcionários devem ter qualidade certificada. Por mais que a empresa e os colaboradores estejam seguindo todas as orientações de maneira correta, um acidente ainda pode acontecer por conta da presença de máquinas ou materiais inadequados. Vale lembrar que até os equipamentos de boa qualidade necessitam de manutenção preventiva para garantir que nada esteja inadequado para uso.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Importância e função do cinto de segurança para obra



Os Equipamentos de Proteção Individual, popularmente identificados pela sigla EPI, são itens obrigatórios e que garantem a segurança dos trabalhadores durante a realização de suas atividades dentro de uma empresa. A principal função desses equipamentos é manter a saúde, o bem-estar e a segurança dos profissionais enquanto presta determinado serviço para seu empregador.

As empresas têm a obrigação de fornecer EPIs adequados e de qualidade para todos os seus trabalhadores. Itens danificados ou com problemas não devem ser utilizados pelos funcionários que, por sua vez, têm o direito de exigir que a empresa compre novos equipamentos que estejam em condições de cumprir com sua função de garantir a proteção de todos.

Cinto de segurança para obra

Os cintos de segurança para trabalho em altura são um tipo de Equipamento de Proteção Individual utilizado principalmente em obras e construções, bem como demais locais que exigem que o profissional fique a mais de dois metros do chão para exercer suas funções — seja em plataformas, andaimes ou até mesmo dentro de escavações, poços e minas.

Esse tipo de trabalho oferece um alto risco ao funcionário, que está sujeito a sofrer quedas e suas consequências. Para garantir a segurança dos empregados e evitar acidentes, existem diversas Normas Regulamentadoras para trabalho em altura, que estabelecem os procedimentos e requisitos essenciais para a segurança e saúde do trabalho.

A Norma Regulamentadora de número 6 (NR 6) é responsável por determinar a necessidade de utilização dos EPIs para trabalho em altura. Além do cinto de segurança, outros equipamentos obrigatórios para essas situações são: a cadeira suspensa, o trava quedas, o talabarte e o mosquetão. A necessidade de utilização destes equipamentos varia de acordo com a função a ser realizada e as características do ambiente.

O cinto de segurança para obra é indispensável em todos os trabalhos que podem ser classificados como “em altura”. Esses EPIs são produzidos com material sintético e peças metálicas, podendo suportar o peso de uma pessoa com tranquilidade e segurança.


terça-feira, 14 de maio de 2019

Importância de manter a higienização de botas de segurança



As botas de segurança são Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que protegem os membros inferiores do usuário, e são indicados para atividades profissionais que podem deixar os pés do colaborador expostos a calor ou umidade excessivos, agentes cortantes, queda de objetos ou respingos de produtos químicos.

Assim como acontece com todos os tipos de EPI, a utilização dos calçados de segurança é obrigatória para todas as situações em que há risco para a saúde e/ou segurança dos membros inferiores do trabalhador. De acordo com a Norma Regulamentadora de número 6 (NR 6), é dever da empresa disponibilizar os dispositivos de proteção e orientar seus funcionários a respeito da forma correta de utilizá-los.

Ainda segundo o que determina a NR 6, cabe aos colaboradores sempre utilizar o EPI corretamente e para a finalidade a que ele se destina, além de responsabilizar pela conservação do equipamento. Isso significa, entre outras coisas, que faz parte dos deveres do colaborador se preocupar com a higienização dos EPIS, um processo que deve ser feito sempre de maneira cuidadosa para que o dispositivo não seja descaracterizado ou sofra avarias.

Qual a importância de higienizar botas de segurança?

A higienização é fundamental para todos os tipos de EPI, mas no caso das botas ela se torna ainda mais importante por ser um equipamento que pode acumular umidade, fungos e bactérias. Isso significa que a falta de higienização adequada pode fazer com que o dispositivo perca sua utilidade em curto tempo, exponha os pés do trabalhador a possíveis infecções e micoses e ainda desenvolver um odor desagradável.

Além da higienização em si, é recomendado que o trabalhador não utilize as botas diretamente nos pés, mas com meias de algodão que podem absorver a transpiração e ajudar a prevenir contaminações. Se possível, o ideal é que cada funcionário tenha dois pares de botas à sua disposição, de forma que ele possa alternar seu uso e manter um par “respirando” após um dia de uso.

Como higienizar as botas de segurança?

A forma correta de higienizar este EPI pode variar de acordo com cada um dos tipos de calçado de segurança e do material que compõe o equipamento. As botinas de segurança feitas de couro, por exemplo, não devem ser lavadas diariamente para evitar o ressecamento do material. Neste caso, o ideal é que a limpeza seja feita com pano úmido. Os calçados de PVC e os de microfibra, por sua vez, podem ser lavados. Vale lembrar, entretanto, que é essencial que o dispositivo seque por completo antes de ser usado novamente.


terça-feira, 7 de maio de 2019

Principais ferramentas usadas para cortar madeira




O corte de madeira é uma das principais etapas do processamento desta matéria-prima largamente usada em estruturas, móveis, utensílios e diversos outros bens de consumo. Existem diversas ferramentas que se destinam a cortar e processar a madeira, e conhecer cada uma delas é importante para saber escolher a mais adequada para seu trabalho e adotar os cuidados adequados para sua segurança.

Principais ferramentas para cortar madeira

Serrote

O serrote é uma ferramenta para corte de madeira que possui uma lâmina larga, dentes afiados e travados, utilizada preferencialmente por carpinteiros.

Serra de arco

Popularmente conhecida como segueta, a serra de arco é indicada para madeiras, compensados, plásticos e metais.

Serra de fita

A serra de fita é uma ferramenta elétrica capaz de realizar cortes retos ou irregulares, produzindo resultados em formatos variados, inclusive com ondulações ou círculos.

Serra de esquadria

Utilizada para o corte de madeiras em diferentes ângulos, a serra de esquadria é indispensável para diversos segmentos.

Serra circular

É dotada de um disco ou uma lâmina metálica, podendo ser apresentada em diversos tipos de serra circular, sendo que as dotadas de mais dentes são mais adequadas a trabalhados mais minuciosos.

Motosserra

É a ferramenta mais adequada para a extração da madeira, e serve para cortar e podar árvores.

Broca chata

A broca chata para madeira geralmente é fabricada com aço carbono, dotado de três arestas de corte e afiação especial. Com um tratamento térmico especial, a broca chata tem melhor performance na perfuração de madeiras secas ou úmidas.

Serra tico-tico

Adequada a pequenos reparos em madeira e outros materiais, as serras tico tico são geralmente utilizadas para cortes realizados em bancadas.

EPIs necessários para lidar com madeira

É fundamental que os profissionais sempre usem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para trabalhar com ferramentas de corte, de modo a evitar cortes e perfurações de variados níveis de gravidade. Os principais EPIs nesse caso são:

* Óculos de proteção;
* Luvas de segurança;
* Capacete;
* Uniforme;
* Protetor auricular.