quarta-feira, 26 de julho de 2017

A Importância do Piso Tátil


É importante saber que o piso tátil tem a função de orientar pessoas com deficiência visual ou com baixa visão, sendo assim perceptível a essas pessoas. Eles são pisos diferenciados com texturas e cores sempre em destaque com o piso que estiver ao redor.A princípio pode parecer abstrato para as pessoas que enxergam, mas para o deficiente visual e a pessoa com baixa visão este piso é fundamental para dar autonomia e segurança no dia a dia!


Existem dois tipos de piso tátil: piso tátil de alerta e piso tátil direcional.O piso tátil de alerta é conhecido popularmente como “piso de bolinha”.Sua função, como o próprio nome já diz, é alertar. Por isso é instalado em início e término de escadas e rampas; em frente à porta de elevadores; em rampas de acesso às calçadas ou mesmo para alertar quanto a um obstáculo que o deficiente visual não consiga rastrear com a bengala.


A cor contrastante serve para auxiliar a pessoa que tem baixa visão.A função do piso tátil direcional é direcionar e orientar o trajeto.Em locais amplos onde não tem ponto de referência que seja detectado com a bengala, o piso tátil direcional serve como guia direcional, como mostra a foto abaixo.O excesso deste piso ou a colocação em locais inadequados pode confundir e atrapalhar a locomoção.


Não há necessidade que todos saibam as características técnicas dos pisos táteis, porém é importante que todos saibam as suas funções básicas e a sua importância.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Prevenção com o Trabalho em Altura.



Desde 2013 foi vigorada a Norma Regulamentadora nº 35.

35.1.1- Esta norma estabelece os requisitos mínimos de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Lembrando que, considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2 metros de altura, onde haja risco de queda. Para evitar qualquer tipo de acidente, listamos dicas para prevenir risco com o trabalho em altura.


 * Antes de iniciar o trabalho em altura, sempre fala a análise de risco.

* É dever da empresa garantir as medidas de segurança coletiva e individual, bem como oferecer todos os EPIs necessários para trabalho em altura.

* As condições do local de trabalho devem ser avaliadas rigorosamente para reforçar a segurança com medidas não previstas na análise de risco.

* Sempre realize a supervisão antes e durante a execução do trabalho, sendo que todos os procedimentos devem ser documentados e colocados à disposição dos responsáveis pela inspeção.

* Treinamento e capacitação para a equipe envolvida no trabalho em altura deve ser parte da rotina da empresa. Com conteúdo teórico e prático, a programação deve ter carga mínima de oito horas.

* Trabalhadores devem fazer exames médicos rotineiros para identificar problemas de saúde que podem causar mal súbitos e como conseqüência quedas.

* Ao menor sinal de risco, o trabalho deve ser suspenso imediatamente até que todos os problemas de segurança tenham sido resolvidos.

* A empresa deve preparar a equipe para situações reais de risco. Simulações de acidentes durante o treinamento mantém a equipe preparada para tomar as decisões mais adequadas em situações de emergência










quinta-feira, 13 de julho de 2017

Classificação de Incêndios e Tipos de Extintores



Classificação de Incêndios

Classe A
Incêndio originado pela queima de materiais combustíveis sólidos que geram resíduos como papel, madeira, plásticos termoestáveis, borrachas, tecidos e fibras orgânicas.

Classe B
O fogo é causado pela combustão de líquidos ou gases inflamáveis, combustíveis graxas e plásticos que queimam apenas em superfície e não geram resíduos.

Classe C
Incêndio gerado pela queima de equipamento e instalações elétricas energizadas, tais como quadros de força, fiação elétrica, transformadores, eletrodomésticos, etc.

Classe D
Fogo causado por metais combustíveis como magnésio, titânio, potássio, lítio, sódio e zircônio.



Tipos de Extintores

H2O - Água
È indicado para incêndios de classe A. Seu princípio de extinção é por resfriamento. É proibido o seu uso para incêndios de classe B e C.

CO2 – Gás Carbônico
É indicado para incêndios de classe B e C. Seu princípio de extinção ocorre por abafamento e resfriamento e age em materiais combustíveis e líquidos inflamáveis e também contra fogo oriundo de equipamentos elétricos

B/C – Pó Químico
É indicado para incêndios de classe B e C. Seu princípio de extinção é por meio de reação química.

A/B/C – Pó Químico
É indicado para incêndio de classe A, B e C. Seu princípio de extinção é por meio de reações químicas e abafamento (para incêndios de classe A) e pode ser usado para a contenção de fogo de praticamente qualquer natureza.

Espuma Mecânica
É indicado para incêndio de classe A e B e seu uso é proibido para incêndio de classe C. Seu princípio de extinção é por meio de abafamento e resfriamento.



terça-feira, 11 de julho de 2017

EPI e EPC



Os EPIs (Equipamento de Proteção Individual) são utensílios individuais para cada trabalhador. A Norma Regulamentadora nº 06 exige do empregador o fornecimento destes equipamentos gratuitamente para seus funcionários.

Proteção de Cabeça – Capacete e Capuz
Proteção de Olhos e Faces – Óculos e Máscara
Proteção Auditiva – Abafadores e Protetor Auricular
Proteção Respiratória – Respiradores
Proteção de Tronco – Coletes
Proteção dos Membros Superiores – Luvas e Braçadeiras
Proteção dos Membros Inferiores – Botas e Calças


Os EPCs (Equipamento de Proteção Coletiva) são utilitários instalados no ambiente de trabalho, tais como cones, fitas, placas de sinalização, alarmes, exaustores, corrimão, etc. Um fator importante sobre eles é que resguardam a integridade física não só dos trabalhadores como também de terceiros presentes no local.


Para garantir a saúde e a integridade dos trabalhadores é essencial o uso correto dos EPIs e EPCs, para isso tem de se orientar para que aja o uso correto do equipamento, a conservação e armazenamento de forma que não os danifique, assim não oferecendo oportunidade de falhas.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Dicas de Ergonomia para quem Trabalha na frente do Computador.



Postura
* A distancia entre você e o monitor deve ser entre 45 e 70cm.
* O teclado deve estar regulado e alinhado com seu punho e cotovelo.
* Sua cadeira deve  haver um encosto de tamanho médio para garantir o mínimo de conforto.
* Os seus pés devem estar plantados no chão ou em um suporte apropriado.


Ritmo
* Mantenha um ritmo razoável e com pausas para alongamentos.


Técnica
* Introduza atalhos que facilitem a diminuir o movimento repetitivo.
* Quando for digitar, fique atendo que não tenha nada dificultando, seja um lápis, caneta, calculadora e etc.
* Nunca aplique força quando estiver digitando.
* Desvie o olhar do monitor com fins de relaxar sua visão.


Ambiente
* A iluminação de seu monitor deve ser fosca e posicionada longe de janelas.
* A temperatura deve ser agradável, entre 20ºC e 22ºC no verão e 25º e 26º no inverno.
* O índice de pressão sonora deve ser inferior a 65 dB (decibéis).


Estilo de Vida
* Exercícios regulares aumentam a resistência cardiovascular.







quarta-feira, 5 de julho de 2017

Norma Regulamentadora nº 17



O objetivo da Norma Regulamentadora nº 17 é estabelecer uma estrutura que permita a melhor adaptação no ambiente de trabalho, visando o conforto, segurança e características psicofisiológicas.

Um elevado número de doenças desenvolvidas no trabalho é causado devido à exposição de risco ergonômico.

- Trabalho realizado em pé durante longos períodos.
- Esforço repetitivo.
- Levantamento de cargas.
- Monotonia

Portanto, além de proporcionar o cuidado com a saúde do trabalhador, é importante que os empreendedores tenham consciência de que o desconforto no ambiente de trabalho pode gerar também baixa produtividade para as empresas. Logo, o descumprimento da NR 17 não é vantajoso para o empregador e nem para o empregado.


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Acidentes de Trabalho



De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking de mortes decorrentes de acidentes de trabalho, atrás apenas de China, Estados Unidos e Rússia.

O documento Estratégia Nacional para Redução dos Acidentes do Trabalho 2015-2016, divulgado pelo MTE em 2015, apontou que houve 2.797 acidentes do trabalho fatais em 2013 no Brasil, o que correspondeu a uma taxa de mortalidade de 6,53 a cada 100.000 segurados no país. Além disso, o mesmo relatório destaca que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) faz a estimativa de que 2,34 milhões de pessoas morrem todos os anos no mundo devido a acidentes de trabalho.

A maioria dos acidentes de trabalho ocorre em atividades ligadas ao transporte, armazenagem, comunicações e construção civil. Essas ocorrências geram grandes prejuízos financeiros para a empresa, que precisa arcar com licenças médicas, internações, reabilitação, multas e indenizações trabalhistas. Por isso, é fundamental que as empresas invistam em sistemas de segurança e cumpram a legislação relativa à segurança e saúde no trabalho.

Existem vários motivos que ocasionam os acidentes de trabalho no país. Os principais são:

Não utilização do equipamento de proteção individual (EPI), que é obrigatório, mas nem sempre é seguido à risca.

Falhas ao instruir o trabalhador. Por exemplo, informando que o uso do EPI é obrigatório ou mostrando como determinado equipamento funciona.

Falta de conhecimento sobre segurança no trabalho e sobre a manipulação dos equipamentos;
Atitudes imprudentes por parte dos trabalhadores em ambientes perigosos.

Negligência ou ausência de fiscalização do ambiente de trabalho.

Falha no cumprimento de leis trabalhistas por parte das empresas.

Negligência com relação aos direitos dos trabalhadores.

Maquinários velhos e obsoletos, que não substituídos por equipamentos novos.